Um automóvel segue cego Pela estrada iluminada de sol E o homem que está ao volante Nem olha pra trás... Aperta os olhos Solta a fumaça e pensa:
Tudo se compõe, e se decompõe Tudo se compõe, e se decompõe Tudo se compõe, e se decompõe Tudo se compõe, e se decompõe
A velocidade que emociona É a mesma que mata O sorriso antigo agora É lágrima barata A vida não pede licença E muito menos desculpa O perdão é que possibilita O nascimento da culpa
E assim Viajando pelo mundo sem fim O silêncio planta seu jardim
Esse automóvel surge surdo Pelo caminho abafado de som E a mulher que escreve um poema No banco de trás Aperta os olhos Solta a fumaça e pensa:
Tudo se compõe, e se decompõe Tudo se compõe, e se decompõe Tudo se compõe, e se decompõe Tudo se compõe, e se decompõe
A velocidade que emociona É a mesma que mata O sorriso antigo agora É lágrima barata A vida não pede licença E muito menos desculpa O perdão é que possibilita O nascimento da culpa
E assim Viajando pelo mundo sem fim O silêncio planta seu jardim
La siguiente letra de canción de O Jardim Do Silencio de Paulinho Moska es una transcripción de la canción original realizada por colaboradores/usuarios de Coveralia.
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